Do sexto sentido nas escolhas pessoais
às decisões não perfeitamente lógicas no trabalho, a intuição humana deixou de
ser puramente ancestral.
Seja na forma de sacadas geniais ou de escolhas triviais, é comum
encontrar pessoas que recorrem à intuição. Mas há passos a dar para fazê-lo da
forma correta. Mas que ousadia ─ existe algo como intuir não corretamente?
O segredo é deixar a fortaleza da lógica.
Trocá-la, mentalmente, pelo lago das preciosidades humanas do hemisfério
cerebral direito. Lá, há pelo menos duas velas coloridas. São elas que o
conduzem ao porto das realizações.
A primeira
é a intuição ─ que viaja com a brisa que vem de dentro. Um vento efêmero, que
surge ao deixarmos a razão à margem. Tudo certo, não precisamos nem devemos ser
racionais cem por cento do tempo.
Intuição é estado gerador de ideias. Não
sabemos de onde vem e nem por que. Aliás, nem é necessário.
No impulso da intuição surge segunda e
preciosa qualidade — o traço criativo. Criatividade singular, verdadeira,
eficaz. Bolação desprendida de riquefifes técnicos. Verdadeiro milagre.
Minha fórmula pessoal depois de 25 anos
no ramo: o caminho da criatividade passa, primeiro, pela intuição. As duas são
uma só. Uma leva à outra.
Mas o xis da questão é um feliz paradoxo
─ para tê-las, devemos começar por nenhuma. A intuição e a sua alma-gêmea, a
criatividade, começam pelo coração. Não no sentido poético ─ no sentido carnal.
Eis como:
1) um punhado de nervos no coração conecta- se com as zonas cerebrais
que estimulam o surgimento de ideias criativas;
2)
o sucesso dessa conexão
depende de detalhes antes nunca imaginados - ritmo do pulso, expressão da face
e o grau de controle sobre o stress;
3) são descobertas emergentes de uma nova tecnologia, a human technology, verdadeira fonte de
potencial criativo;
4)
você está pronto para deixar
seu háquer penetrar nas falhas de lógica e trazer a criatividade para o meio da
rua?
Prepare-se, intuição tem a ver com
ritmo, não com click. Mais - a tão aclamada criatividade, depende, ela própria,
da sua intuição. E não o contrário. Aprenda com uma e ganhe a outra.
Claro, para isso você vai precisar do háquer. Ele anda na sua
cabeça?
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